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quinta-feira 2 setembro 2010

Liderança é a gestão da evolução

pessoasHoje minha mensagem é sobre liderança. O Brasil passou a ser o país do presente, não mais do futuro. A nação brasileira não permite um não.

E nas empresas a situação é a mesma, quem não gosta da companhia e do que faz, não consegue ser bem sucedido.  Líderes comandam pessoas e não máquinas. Realizar a gestão da evolução de equipes humanas é o grande segredo na empresa.

Por isso, só é possível ser líder, deixando de ser chefe.  Um bom time de executivos são os que estão preocupados com o negócio, com a concorrência, com o cliente e com o produto e serviço.

Uma boa equipe é aquela que encontra sincronia entre as preocupações consigo mesma e os desafios do seu entorno.

O líder é o gestor da evolução: a máquina mutante que a tudo modifica, inclusive não conseguindo repetir-se a si mesma.

Como saber quando não está ocorrendo a gestão da evolução? Simples, perceba e sinta seu primeiro efeito: a ausência da criatividade, nas pequenas coisas. É quando você só faz e não mais cria.

E o dinheiro? Só vale ter se souber gastar e re-investir!

Liderar a consciência da própria evolução e missão em vida é o nobre vôo dos invencíveis.

Liderança é a gestão da evolução.



A Invencível Felicidade

mulherexecutivaHoje a mensagem é simples, mas acredito que de muita valia para a sua vida pessoal e profissional.

Você já pensou no segredo da vitória? Eu sim, e então raciocinei claramente diante das minhas experiências.

O segredo da vitória não está na felicidade obtida com o resultado, e sim na felicidade vivida palmo a palmo dentro do tempo de uma vida, segundo a segundo, sem distração. É fé e foco.

O segredo da vitória é a felicidade com que disputamos cada instante do trabalho, da superação, do processo competitivo de uma disputa.

Assim é a vida.

O sucesso é conseqüência da felicidade: a vitória é o seu resultado. Por isso, o invencível é a felicidade.

…E felicidade é: atenção e amor total a cada momento!



quinta-feira 19 agosto 2010

Sensores & Sensibilização

sensores_velocidadeNunca medimos tanta coisa no mundo como hoje: partes por bilhão de poluentes, nanosensores na ponte Golden Gate, rastreabilidade. No mundo corporativo temos poderosos suportes de database marketing, modelos de recrutamento, gestão do giro das mercadorias, percepção registrada na íris de nossos olhos do impacto das embalagens. Na comunicação a interatividade dominou, e o Google consegue mostrar para o mundo o que acontece na tribo dos índios Suruí, em Rondônia, do ponto de vista da preservação das florestas. Os exemplos são na base de milhões. Entramos num planeta sob sensores.

Ao medir o que não medíamos, ao saber o que não sabíamos, alteramos o que era antes conhecido. Isso passa a exigir do novo profissional um ângulo imperativo nos seus acordes humanos chamado de sensibilidade. Sem a sensibilidade para deixar-se impactar pelos novos registros da informação, este profissional da geração Y não conseguirá ficar “responsivo”. O que isso quer dizer? Significa dar respostas em altíssima velocidade. E, sem isso, não estará preparado para a gerência e a liderança em 2020.

O nome da gestão no futuro é totalmente baseada em “intuição”. E o treinamento da intuição começa com os sensores, sensibilização, responsividade e “shazam”: Uma antevisão já do futuro a ser criado. Se você é considerado “high potential” na sua empresa, parabéns. Mas sem zonas de conforto, 70% dos “hp’s” não servirão ao futuro. Por que? A resposta é simples, o futuro não é criado com o que sabemos hoje, mas com o que iremos aprender no futuro.

Assim, a pergunta vital é: “Como está a sua criança interior?” Você se diverte consigo mesmo, brinca, imagina, adora o jogo e não o fim do jogo? Você tem paixões pelo processo? Você adora aprender brincadeiras novas? Você ama seu grupo de colegas, com os quais vai brincar (trabalha) todos os dias? E, você é criativo? Aquela pessoa que reúne um jeito diferente de servir um cafezinho com o mesmo açúcar e leite, mas que o resultado sempre se mostra diferente?

Esses são os desafios e as coisas sensacionais da nova era da gestão e da liderança no mundo dos tempos, em que os sensores e a sensibilização dominam tudo. Sensibilize-se e responda. Liberte a sua intuição, porque sem ela não há um futuro. Onde ela mora? Aí dentro de você. Na sua bela criança interior. Apaixone-se pelo jogo do trabalho, como as crianças se apaixonam pelas brincadeiras da infância.

José Luiz Tejon, prof da FGV e ESPM. Autor de livros, incluindo best-sellers “O Vôo do Cisne e A Grande Virada”. Doutorando em Educação. www.tejon.com.br



Vibração: A intensidade energética

pensando_vibracoesOutro dia uma pessoa querida me disse: não consigo viver longe da sua energia. Gostaria de compartilhar com vocês que o que nos separa ou atrai, não é a distancia, mas sim o modo diferente de vibrar.

Somos máquinas sensíveis de percepções. Muito sensíveis, emitimos e captamos informações, valores, vontades, sem imaginarmos nada disso e vibramos, o que significaria na linguagem cientifica, temos nossa eletricidade, e uma diferente da outra.

O átomo do hidrogênio, por exemplo, tem apenas um elétron em volta do seu núcleo, o Hélio tem dois elétrons e o o Urânio tem 92 elétrons girando e vibrando em torno de seu núcleo.

Como vibramos? Com a energia, o aquecimento e no caso do espírito e da alma humana, trazemos isso para os nossos valores, consciência, trabalho, paixões, virtudes, atraímos ou nos afastamos de pessoas.

Pense na sua vida, você deve ter um amigo que você não vê há anos, ele pode morar em outro continente, mas você o sente e percebe como se estivesse sempre ao seu lado, e no dia em que se vêem, é como se não tivessem nunca saído um de perto do outro, não é verdade?

Portanto não é a distância o que nos afasta, ou irá atrair, é a vibração das nossas energias, com isso criaremos afinidades, caindo na real. Se você não gosta do que acontece com você, tenha certeza, isso tudo é resultado da atração que você anda exercendo. Para mudar isso? Mude o pensamento! O pensar determina a ação e a ação os resultados. Tudo nasce no pensamento.

Nos transformamos naquilo que pensamos!

De José Luiz Tejon.



terça-feira 3 agosto 2010

¿QUÉ FUTURO PARA EL PLURALISMO CULTURAL?

multiculturalismo11 “Una buena paella es aquella que mezcla e integra todos sus ingredientes pero sin que se pierda la individualidad de cada grano de arroz” (Jorge Luis Borges). La ética del león se diferencia de la ética de las cebras. Para el león es ético comer una cebra. Y para la cebra, eso no es nada ético. Para nosotros, seres humanos, tenemos sin embargo una consciencia evolutiva y un aprendizaje virtuoso y, precisamos discernir sobre todo de las distintas éticas impuestas por las leyes de la naturaleza.

El multiculturalismo se ha convertido en la nueva realidad mundial, impulsada por los mercados globales y el deseo de consumir de miles de millones de seres humanos de la “base de la pirámide” (BOP), con acceso posible gracias a las nuevas tecnologías y medios interactivos. Dentro del proceso dialéctico de la historia, no obstante, si por un lado el global es real, nunca se tuvo tanto interés por los valores y culturas locales. Así nació el “glocal “. Uno de esos medios tecnológicos revolucionarios en la conectividad e interacción de las personas son los teléfonos celulares (móviles) cerca de 5 billones en todo el mundo, en apenas 30 años de desarrollo. Y con la telefonía móvil, luego Internet. La multiculturalidad está plena de conflictos, sin embargo está también plena de una vasta riqueza y de sabiduría humana diversa. Golpear a pedradas hasta la muerte a una mujer acusada de adulterios en Irán, puede ser válido en la cultura local, pero es inaceptable en la ética de la cultura universal.

Por otra parte darle visibilidad y dignidad a la tribu de los indios Suruis , en Rondonia -  Brasil; registrando y protegiendo sus valores y cultura, hace parte de un derecho evolutivo y ascensional, tanto local como global. Las controversias y los conflictos culturales forman parte del presente siglo. En el sentido evolutivo de la historia humana para servir a crear una “amalgama” planetaria. Un plasma de convergencia de civilización, pues lo diferente toma parte, pero no hace daño a la evolución de los espíritus libres y conscientes de la vida en “Gaia”. El multiculturalismo es inquieto, nervioso y contradictorio, pero representa el inicio de una conciencia humanista y sostenible del medio ambiente, con límites menos físico y un mayor sentido de solidaridad en el planeta. La educación es el vector y la necesidad de adaptarse a los nuevos “acordes” de esta nueva música interactiva. Y como el texto de Jorge Luis Borges: “Que ningún grano de arroz se pierda en toda la deliciosa paella “



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