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quarta-feira 14 julho 2010

Olhar para dentro…

olhar-para-si2Você já não cansou de olhar para fora de você? Que tal olhar para o lado de dentro?

Mas por que eu devo olhar mais para dentro de mim, Tejon, você poderia perguntar?

Por que todo o mistério da vida que você precisa descobrir não está do lado de fora, está na sua profundeza. Você é o mistério a ser decifrado e se você não se decifrar, quem fará? Ninguém!

 

Portanto, decifra-te.

Como? Prestando atenção em você, em suas reações. Verificando como seus atos são conseqüências daquilo que você repetiu ao longo de anos e anos, até virarem automáticos. Sabendo que você pode ensinar a si mesmo, repetindo atos diferentes, e que se isso no início parece difícil, com o tempo vai ficar natural…

 

Eu já olhei muito para fora de mim, depois comecei a olhar para dentro. E quanto mais faço isso mais encontro perguntas e respostas e cresço na consciência.

Somente com a psique interior, na profundeza do nosso ser, conseguimos compreender a verdadeira realidade.

 

Não busque os mistérios no outro. Saiba que os mistérios estão dentro de você e que não passamos de uma experiência educativa, ascensional e evolutiva. Conseguir dar vazão a isso é o real viver.

 

Dinheiro, patrimônio, poder, status… Isso é somente o meio, mas se você faz disso um fim, pense a respeito, imediatamente! Só há uma razão para viver: a evolução da consciência e a criação de uma humanidade melhor.

 

E, com seu filho agora, presta atenção nele e encoraje a sua criança a mergulhar no seu melhor e no seu diferencial, desde já…. O grande pai e a mãe espetacular são os que descobrem cedo o potencial das suas crianças e as preparam para o mundo real.

 

José Luiz Tejon para a rádio Transamerica - Primeiro Programa.



segunda-feira 12 julho 2010

E agora José?

doubt

O governo brasileiro é o maior anunciante isolado do país. Viva a propaganda, ela é legitimamente a “alma do negócio”. Pelos dados da organização Contas Abertas, em valores corrigidos, no período entre os anos 2000/2009 a média dos investimentos publicitários oficiais andaram na casa dos R$ 1,1 bilhão ao ano.

 

O quanto dessa gigantesca verba de propaganda tem sido utilizada para esclarecer e valorizar o produtor rural junto à sociedade urbana, e contar os impactos positivos das ações do campo  para a cidade; o quanto dessa verba tem sido investida de forma inteligente e estratégica a favor da construção da imagem do agronegócio na mente da população votante do Brasil,  é uma boa medida para podermos avaliar quem é quem para o agronegócio.

 

Se a participação do agronegócio na renda do PIB, varia – dependendo de estudo para estudo da casa dos 25% aos 35%; para ser justo deveríamos contar com um aporte de – minimamante : R$ 250 milhões para a comunicação do setor.

 

Com a utilização justa e correta de 25% da verba publicitária do governo brasileiro para o agronegócio, ninguém mais precisaria ficar reclamando da ausência de percepção positiva dos consumidores e eleitores urbanos sobre o agronegócio ,   nem de insuficiência de informação na base dos produtores rurais de todos os tamanhos para a tomada de decisões; e com esse recurso, alavancagens promocionais a nível do exterior ainda poderiam ser levados a cabo com grande eficácia.

 

Dilma ou Serra ? Do ponto de vista da modernidade da gestão, envolvendo marketing, mídias sociais, comprometimento com o que deve e precisa ser feito, dizer a verdade ao povo brasileiro, colocar a nação acima dos interesses político-partidários, de grupos; deixar claro e honestamente colocado que o assistencialismo, as reservas indigenas, a reforma agrária, o agronegócio de qualquer tamanho e origem; que tenham raízes parasitárias ou predadoras, fora da lei ou driblando a lei, não interessam à saúde e legitima sustentabilidade do Brasil.

Que sómente o trabalho honesto, evolutivo, inovativo e solidário pode ser a alma digna para um papel diferenciado do Brasil no rol de todas as nações…

 Dentro desse escopo , na nossa emergente mas já asfixiada democracia, o campo de manobras apresenta uma tendência perversa: o de trocar o compromisso dos sonhos pela manipulação das ilusões . Sonho é o que fazemos com a realidade enquanto sonhamos. E ilusão é o que a realidade faz conosco enquanto nos iludimos. Quem é mais estadista , o digno leitor tem uma opinião ?

 

E agora José : Dilma ou Serra ? O que escuto de altos empresários no país é que ganhe quem ganhar, a sociedade brasileira construtiva, as instituições, já estão muito fortalecidas e conscientes para não permitirem desvios e erros de “ ego “ de grupos político – partidários.  Acima e além de nos distrairmos no jogo analógico deste ou daquele, o que recomendo é  prestarmos mais do que nunca atenção nas associações, entidades e na organização da sociedade brasileira apartidária. Essas são as verdadeiras e legitimas instituições que constroem e que irão alavancar o futuro real ao lado da imprensa livre e da liberdade de pensamento e de manifestação dos direitos humanos evolutivos.

 

O Brasil só perde a eleição para si próprio. Ou seja, se ocorrer uma falta de consciência da orquestração de todos os segmentos da sociedade civil.

 As instituições fora dos partidos-políticos, que se mantiverem , com forte diálogo e isentas, gestoras e fiscalizadoras; essa é a eleição a qual, não podemos perder de vista. E ela não se faz de 4 em 4 anos. Ela é feita todos os dias, em todos os 4 cantos do país. Mas, e agora José, em quem vou votar ? O voto é secreto, mas um conselho posso dar : Na sua região, no seu local, analise o que precisa ser feito para a mudança e a evolução. Se integre às lideranças locais, suas representações, e passe a exercer um voto distrital ( mesmo sem existir ) , que possa ser negociado e cobrado, no dia seguinte ao resultado das eleições.

E aprenda a ir onde o povo está. Eleição é jogo de maioria. Por isso é que sem propaganda , e da boa,  não dá negócio.



terça-feira 6 julho 2010

O profissional generalista

 

liderTrata-se da expansão da carreira para o campo mais generalista, da visão e compreensão do todo. O profissional precisa ter a competência generalista para a consciência sistêmica de qualquer operação corporativa. Entretanto, uma não anula a outra. As empresas precisam cada vez mais de profissionais que desenvolvam a competência generalista, porque não existe função que não esteja coordenada e conectada com várias outras ao longo da cadeia de valor.

 

Porém, não se pode esquecer a importância do domínio especializado.  O gestor generalista deve buscar uma profundidade sempre maior, também, em algum ponto dos trabalhos empresariais para exercitar consistência e compreender a relevância de cada membro na sua especialidade.

Tudo é um equilíbrio. O profissional é o especialista, que sempre será chamado para a visão holística de todo um processo.

 

E esta visão generalista passa a ser importante para o sucesso de qualquer tipo de profissional. Se considerar, por exemplo, um geneticista, você verá ali um especialista muito focado, mas para ter êxito precisará compreender todo o universo que o envolve. O que denota que quanto mais o profissional sobe na hierarquia da liderança, maior precisa ser sua compreensão do todo.

 

E para uma gestão com lideranças conceituais, é preciso atentar-se as reais características do processo. O profissional precisa entender e atuar como zelador da visão e missão da empresa, tendo sólida consciência do papel de cada área. Este é o macro especialista, que também precisa reconhecer o valor da atitude de buscar o conhecimento corporativo para ligar sua especialização ao resultado geral da companhia. Este é o especialista.

 

E a receita para um profissional assim é o gostar de aprender, tendo uma autentica fome por conhecimento, para que no final desfrute de uma melhor desenvoltura empresarial e um desempenho que supere expectativas.

 



Líder distraído, negócio destruído!

distracaoO que mata um líder é a distração. Distraiu: Destruiu.

Os grandes erros nas corporações é a tentação da distração.

Einstein o grande cérebro já dizia: “Atenção…. Existem números que podem ser contados, mas não contam. E números que não podem ser contados, mas que contam!” O gênio avisava para prestar atenção naquilo que conta, mas existem coisas que valem muito, e não são contadas. Numa empresa é notório observar que os números falam. O orçamento não vem sendo cumprido. As vendas não se realizam. A penetração, o “ticket médio” não ocorre como o planejado. Porém, os líderes não querem ver. Estão distraídos com as imagens das suas carreiras, com o fato de estarem num cargo de confiança, colocados lá por quem aprovou o plano, para fazer acontecer.  Então a distração paralela toma um corpo gigantesco, o que passa a contar não é mais a empresa, mas outros  aspectos. O resultado invariavelmente é a destruição do empreendimento, ou uma gigantesca reforma, onde todos são demitidos, ou mesmo o negócio é “vendido” para um concorrente que passa a fazer certo, aquilo que já devia ter sido feito há muito tempo.

 

A distração é nossa ruína. Na vida pessoal também. Trocamos o foco de um projeto de alto valor por uma palavra paralela, por uma briga sem sentido, por cismar com alguma pessoa, ou por ficar andando atrás dos barquinhos de papel, enquanto um super porta-aviões passa e não vemos.

 

A principal missão do líder é ser o guardião do foco (poderia ser do fogo, da luz…). Cabe ao líder tocar as campainhas, soar as trombetas quando a empresa, a equipe, o executivo, ficam distraídos com muita coisa que pode ser contada, olhada, gerenciada. Mas são as coisas que nada ou pouco contam para o sucesso empresarial, ou da organização pública.

 

Se a liderança se distrai a empresa se destrói.

 

Você tem andado muito distraído ultimamente? Se sim, cante a música dos Titãs e preste atenção no “core” da sua empresa e da sua vida: “….. O acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído!” Que este não seja o seu epitáfio. A contabilidade revela o que muitos não desejam enxergar, por andarem distraídos demais.

 

Jose Luiz Tejon

Prof Pós Graduação ESPM/FGV e Doutorando em Educação.

Autor de 14 livros – Palestrante e Diretor da TCA Internacional.

tejon@tejon.com.br



quarta-feira 30 junho 2010

Luxo for All

Grandes transformações sociais alteram o mercado de luxo no país

diamante_raro_72_quilatesJosé Luiz Tejon, Victor Megido e Roberto Panzarani colocarão no mercado brasileiro a nova obra “Luxo For All”. Um livro sobre as grandes transformações sociais, capazes de mudar o mercado de luxo no país.

E se a visão do luxo é alterada de pessoa para pessoa, a importância das mudanças de estratégias para este luxo mais acessível se torna ainda mais fundamental para o alcançar dos resultados. Aqui, os sensores humanos precisam captar ainda mais o que cada consumidor procura. É uma resposta rápida, uma intuição aguçada, uma sensibilidade com maior destaque. Tudo em constante mudança e que precisa de atenção para não deixar escapar as oportunidades de aprendizado, que ocorre em cada detalhe.

Luxo for All será lançado em breve e sua leitura poderá mudar conceitos.



Formação:

  • CASPER LIBERO
  • FGV
  • MACKENZIE
  • HARVARD
  • INSEAD
  • PACE
  • MIT


Parceiros:

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